O desenvolvimento envolve movimento, comunicação, pensamento, autonomia e relações. Essas habilidades não surgem todas ao mesmo tempo nem seguem um calendário igual para cada criança. Marcos por idade ajudam a observar e conversar sobre o desenvolvimento; eles não confirmam nem excluem diagnósticos.
Do nascimento aos 2 anos, mudanças podem ser rápidas: o bebê começa a responder a sons e rostos, explorar objetos e interagir por olhares, gestos e sons. Ao longo dos primeiros anos aparecem novas formas de se movimentar, brincar, compreender e comunicar. A Caderneta da Criança do Ministério da Saúde reúne marcos e orientações para acompanhar essa fase.
Dos 3 aos 5 anos, a linguagem e a brincadeira costumam ganhar complexidade. A criança pode ampliar conversas, participar de brincadeiras imaginativas, explorar desenho e histórias e conquistar pequenas tarefas de autocuidado. Há variações individuais e culturais; observe o conjunto de habilidades e como elas evoluem.
Dos 6 aos 9 anos, experiências escolares ampliam leitura, escrita, raciocínio, organização e convivência. Entre 10 e 12 anos, pensamento, autonomia, amizades e formas de expressar emoções continuam se transformando. São descrições amplas dessa etapa, não uma lista rígida de competências que toda criança precisa demonstrar na mesma idade.
Converse com profissionais de saúde se algo preocupa você, se uma habilidade esperada não aparece ou se a criança perde habilidades que já tinha. O acompanhamento do desenvolvimento e a triagem profissional são diferentes de uma lista informativa. Fontes: Ministério da Saúde, https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-crianca/primeira-infancia/desenvolvimento-infantil ; CDC, marcos de 2 meses a 5 anos, https://www.cdc.gov/act-early/milestones/ ; ASHA, comunicação dos 6 aos 12 anos, https://www.asha.org/practice-portal/clinical-topics/social-communication-disorder/social-communication-benchmarks/

Deixe um comentário